terça-feira, 3 de julho de 2007

Sobra da dobra de nós...

A saudade, obviamente, é um tipo de falta. Funciona como qualquer outra falta, mas veste idealização. E o inusitado na saudade é o tamanho da idealização. Ele determina a intensidade deixando que nossa prória falta determine o tamanho da saudade.
É como se dissemos para a ausência: deixa que eu deixo...

4 comentários:

mari.ana. cicuto. disse...

stevens!
coloquei um link pro seu blog no meu blog,tá?
e me visita lá,pô.
beijos

mari.ana. cicuto. disse...

a gente cria a falta na gente?...

[a propósito,venho atráves deste exigir sua presença lá no meu blog.faça o favor.]

beijos

mari.ana. cicuto. disse...

a gente inventa a saudade.

cão andaluz disse...

por isso todos dizemos tão facilmente que a sentimos...ela é de plástico hoje em dia!