segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Ao grande Thiago...história como verdade tem prazo de validade.

Por certo que o passatempo de nossa personalidade arrogante, do currículo dos próprios feitos, são a rememória constante nos presentes de pretérito imperfeito. Mas é importante o destaque de seu texto, se o fazemos é por que deixar-nos evidente uma espécie de patente acreditamos de legitimo pretexto.
Permita-me porém de sua idéia, um momento. Ser arrogante tem trunfo mais pertinente que o passado, é senão o próprio reconhecimento. Já o passado, geralmente, é fruto de seu desejo em ser legitimado e não é a toa, quase sempre, que passado dos outros nos pareça alterado.
Dissipar o resultado de nosso próprio contexto, em detrimento a qualquer outro contexto é a única forma de permanecer no tempo. É aí que você tem a mais plena razão, apenas a humildade perscruta o infinito. Obrigado meu amigo, teu conselho ecoa em mim:

Ruinado está aquele que só age à própria história conservar!

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