domingo, 17 de setembro de 2006

O Maior Amor do Mundo...credo!!!

O filme tem dois momentos. No primeiro Wilker está no meio do lixo, na beira de um córrego de favela, contando ao espírito de sua mãe que iria declinar da condecoração presidencial que receberia naquele dia e derrama a única frase feliz deste filme: “enquanto o mundo estiver essa merda que está ninguém tem direito a receber nenhum tipo de medalha”. Fraquinha, mas passa. A outra é a cena de sua mãe dando a luz ao seu personagem no meio de mato, podia ser piegas, mas achei a imagem profunda e triste, a cena vale a pena. O resto é pornochanchada da pior qualidade com câmeras tremidas sem querer, cortes infantis, ritmo estranho, trilha ridícula, nudez gratuita, roteiro capenga, fora os “momentos plagio” do Cidade de Deus . Enfim, mais um clássico do pior de nosso cinema, daqueles que só Cacá Diegues, o tarado Paulo Peréio, o Jabor e sua turminha são capazes de fazer. Sem identidade e com aquela pitadinha de direção pretensiosa pro lado de fora do muro do quintal do Oscar. Ridículo!!!
Alô quadrilha dos sem talento, velharada que fazia cinema no Brasil quando aqui ainda era terra de ninguém e que ficam mantendo o carro do ano e outras extravagâncias com base na lei de incentivo, as entrevistinhas da TV a cabo e meia dúzia de paga paus nas faculdades de Cinema.

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